terça-feira, 14 de setembro de 2010
Sou
avesso a essa coisa de política, porem, política quer dizer bem mais coisas do
que a gente pensar em pessoas que dirigem de alguma forma o destino das nações.
Dentre todas as políticas existentes, acho que a que mais se destaca é justamente a governamental, principalmente neste período em que nos encontramos, ou seja no período eleitoral, já que também, os dirigentes de qualquer escalão de qualquer país, fazem por onde se destacar na mídia de algum modo.
Se não, vejamos:
No meu modo de ver, todos os candidatos a cargos públicos deste momento (Eleições 2010) tentam nos fazer ver que são os melhores. Ora, se eles são mesmo os melhores, porque não desnudam a sua vida pessoal, com títulos verdadeiros, onde qualquer pessoa pode ver que o que ele diz é a verdade e não uma camuflagem de eventuais intenções escusas. Porque eles não colocam de lado, promessas proferidas pelo oportunismo de alguma deficiência específica do local de sua visita, usando de possibilidades verdadeiras, adquiridas através de pesquisas, onde as possibilidades de se cumprirem essas promessas, sejam reais?
Acho que a grande maioria das pessoas, políticas ou não, conhecem uma enorme citação bíblica, que se usa no dia a dia e deveria ser usada muito mais neste momento, para se construir uma campanha política embasada em possibilidades reais e não na tentativa de denegrir uma imagem, qualquer que seja ela. A citação em questão é: Quem não tiver qualquer culpa, que atire a primeira pedra.
Logo a seguir, podemos fazer uma pergunta, que acredito, atingiria a todos, indistintamente.
Temos algum candidato a qualquer cargo, que seja totalmente bom? Ou totalmente ruim?
A resposta sempre será não, portanto, acredito que o uso da honestidade, de uma forma expontânea, sem ser artificial de alguma forma, poderia ajudar numa boa campanha, apoiada, é claro, por conhecimento de causa nas reais possibilidades dos recursos existentes, respeitadas todas as prioridades maiores, para quem de fato tem todos os direitos, que seja O POVO. Quem é o povo? Todos, é claro, sem importar de quem se trata.
Gostaria de pedir aos políticos, que, por favor, olhem por todos, indistintamente. Se quiserem olhar mais crìticamente, tenho certeza, saberão em que direção olhar, isso é inerente à natureza humana e não à natureza egoista do ser humano.
Não sei se alguém vai ler isto, mas, se ler, espero que não ache que eu seja de algum partido, ou de qualquer ala da política. Não sou de direita, de esquerda ou de qualquer direção que possa existir, sou apenas mais um, que esta sujeito a atuação dos dirigentes, como qualquer outro.
Dentre todas as políticas existentes, acho que a que mais se destaca é justamente a governamental, principalmente neste período em que nos encontramos, ou seja no período eleitoral, já que também, os dirigentes de qualquer escalão de qualquer país, fazem por onde se destacar na mídia de algum modo.
Se não, vejamos:
No meu modo de ver, todos os candidatos a cargos públicos deste momento (Eleições 2010) tentam nos fazer ver que são os melhores. Ora, se eles são mesmo os melhores, porque não desnudam a sua vida pessoal, com títulos verdadeiros, onde qualquer pessoa pode ver que o que ele diz é a verdade e não uma camuflagem de eventuais intenções escusas. Porque eles não colocam de lado, promessas proferidas pelo oportunismo de alguma deficiência específica do local de sua visita, usando de possibilidades verdadeiras, adquiridas através de pesquisas, onde as possibilidades de se cumprirem essas promessas, sejam reais?
Acho que a grande maioria das pessoas, políticas ou não, conhecem uma enorme citação bíblica, que se usa no dia a dia e deveria ser usada muito mais neste momento, para se construir uma campanha política embasada em possibilidades reais e não na tentativa de denegrir uma imagem, qualquer que seja ela. A citação em questão é: Quem não tiver qualquer culpa, que atire a primeira pedra.
Logo a seguir, podemos fazer uma pergunta, que acredito, atingiria a todos, indistintamente.
Temos algum candidato a qualquer cargo, que seja totalmente bom? Ou totalmente ruim?
A resposta sempre será não, portanto, acredito que o uso da honestidade, de uma forma expontânea, sem ser artificial de alguma forma, poderia ajudar numa boa campanha, apoiada, é claro, por conhecimento de causa nas reais possibilidades dos recursos existentes, respeitadas todas as prioridades maiores, para quem de fato tem todos os direitos, que seja O POVO. Quem é o povo? Todos, é claro, sem importar de quem se trata.
Gostaria de pedir aos políticos, que, por favor, olhem por todos, indistintamente. Se quiserem olhar mais crìticamente, tenho certeza, saberão em que direção olhar, isso é inerente à natureza humana e não à natureza egoista do ser humano.
Não sei se alguém vai ler isto, mas, se ler, espero que não ache que eu seja de algum partido, ou de qualquer ala da política. Não sou de direita, de esquerda ou de qualquer direção que possa existir, sou apenas mais um, que esta sujeito a atuação dos dirigentes, como qualquer outro.
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